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VIDA NEWS

O Jornalista Marcelo Rezende teria abdicado do tratamento convencional contra o câncer para centrar sua luta contra a doença através de oração e de uma dieta rigorosa à base de proteínas e gordura. A informação de que o apresentador licenciado do Cidade Alerta desistiu da quimioterapia foi publicada portal  UOL, a partir do depoimento uma pessoa do convívio de Marcelo Rezende que pediu anonimato. Esse tratamento alternativo, chamado dieta cetogênica, se baseá numa alimentação livre de carboidratos para reduzir o fornecimento de glicose, o que levaria as células cancerígenas à regressão. O câncer que Marcelo Rezende enfrenta está no pâncreas - considerado um dos mais agressivos - e no figado." Eu não tenho medo da morte. Tem gente que tem, mas eu não. Porque o homem que tem fé não tem medo, ele sabe que vai vencer", disse o jornalista a pouco mais de um mês, em entrevista do Domingo Espetacular, na Record TV. 

Uma pesquisa feita com os evangélicos que participaram da 25ª edição da Marcha para Jesus, nesta quinta-feira (15) pretende traçar um perfil sobre as opiniões mais comuns do segmento.

Considerada uma “pesquisa qualitativa”, o levantamento foi coordenado pelos professores da área de Ciências Sociais Esther Solano, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Marcio Moretto Ribeiro e Pablo Ortellado, da USP (Universidade de São Paulo), com apoio da Fundação Friederich Ebert.

Segundo os pesquisadores, ela levou em consideração as “identidades políticas, guerras culturais e posicionamento frente a debates atuais sobre política” dos entrevistados, todos maiores de 18 anos e que declararam se evangélicos.

Entre os resultados divulgados pelo site, destacam-se a questão da identificação política.

Afinal, a maioria (66,5%) afirma não se reconhecer nem de direita (10,1%), esquerda (6%), centro-direita (3,3%), centro-esquerda (1,9%) ou de centro (1,2%). Ao mesmo tempo, um elevado índice dos entrevistados se declarou “muito conservador” (45,5%) e “muito antipetista”. Contudo, a resposta mais comum (76,9%) é que não se identificam com nenhum partido político.

A coordenação da pesquisa desataca que há pouca confiança dos fiéis em partidos da “bancada evangélica”. A maioria das pessoas ouvidas afirma “não confiar” no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (83,7%) e no governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (61,4%).

Também são vistos com desconfiança o deputado Jair Bolsonaro, do PSC (57,4%), a ex-senadora Marina Silva, da Rede (57%), o pastor e deputado federal Marco Feliciano, do PSC (54,1%), e o prefeito do Rio Marcelo Crivella, do PRB (53,9%), nomes mais identificados com as pautas evangélicas.

Chama atenção que a maioria absoluta (91,9%) rechaça a ideia que, em momento de crise, “o governo precisa cortar gastos, inclusive em saúde e educação” e com a proposta de “quem começou a trabalhar cedo deve poder se aposentar cedo sem limite mínimo de idade?”, pergunta feita tendo como base a reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer (PMDB). Nesse caso, 86,6% afirmaram concordar, contra 10,7% que discordam.   

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